sábado, 5 de julho de 2014

Adhemar de Campos



Enquanto a música gospel cresce no Brasil, diminui a edificação. Essa é uma das preocupações de grandes líderes cristãos na música no Brasil. Devido a demanda do mercado uma grande quantidade de músicas são compostas e traz letras com pouco no seu conteúdo.  …
O pastor, cantor e compositor Adhemar de Campos, considerado referência na musica gospel, durante o Salão Internacional Gospel, falou sobre o seu ministério e o mercado musical e suas preocupações.
Adhemar de Campos é autor de mais de 500 canções e versionista de mais de 100, usando algumas dessas composições e versões em seus trabalhos musicais gravados.
“Ser referência envolve responsabilidade, compromisso, persistência e disposição para enfrentar as lutas e tentações que concorre a vida do cristão”, disse o pastor ao CP.
Tendo em seu histórico relatos de pessoas que foram convertidas ao Senhor através de suas canções, Adhemar sempre se preocupou em ser um instrumento usado por Deus.

“A vida de uma pessoa é marcada por seus frutos e Deus me deu a condição de fazer algo que marcasse a vida das pessoas”.
Com relação ao mercado musical, o pastor disse que surgiram muitas composições que não tem consistência e essência Bíblica, e que as pessoas usam clichês e chavões e repetem frases já cantadas, não contribuindo para edificação.
“A fonte da qual nós bebemos é Deus e Deus é criativo, Ele tem poder para fazer coisas novas sempre”.
Adhemar de Campos em seu ministério de 38 anos, comentou que quando começou não existia a realidade que vive hoje, “a força musical e o mercado fonográfico, a mídia evangélica, era como uma pedra bruta a ser refinada”.

Hoje, com a chamada explosão gospel, ele afirma que só traz benefício funcionando como vitrine, quando usada com responsabilidade. Segundo ele, esta abertura deve ser usada com critérios e cuidados para não seguir o caminho meramente artístico e exibicionista.
Adhemar alerta ao cuidado de se manter conectado com Deus para receber Dele o novo, a fim de que a mensagem tenha coerência bíblica.
“Somos representantes de Deus, não somos meros cantores e artistas, como servos de Deus e testemunhas de Jesus, a música é só uma ferramenta para anunciar a verdade que acreditamos”.

“Jesus deve ser o foco principal da vida cristã, do nosso trabalho, do nosso ministério. Jesus é o cabeça, é o fundamento, o coração da igreja, se todo ministro se dedicar a esse pensamento seu ministério durará bastante tempo, experiência própria”, conclui Adhemar de Campos.
post inforgospel.com.br - com informação Christianpost – por: Luana Santiago


Adhemar de Campos é músico, compositor e pastor auxiliar na Igreja Comunidade da Graça no Brasil, uma igreja com aproximadamente 7.000 membros localizada em São Paulo.
Paulistano, teve a infância e adolescência bem aproveitada ao lado dos irmãos, primos e amigos.
Adhemar entende que os planos de Deus tiveram início a partir da conversão de sua mãe, seus irmãos e, posteriormente, a própria experiência com Cristo acontecida durante um retiro em 1974.
Ele considera que o chamado teve início no exato momento da conversão, pois foi tomado por um desejo incontrolável de conhecer a Cristo. Começou a participar do coral da Igreja, das reuniões de oração, onde pelos mais experientes foi instruído a adorar. Também fazia evangelismo ao ar livre e cursou teologia por três anos.
No terceiro ano de sua conversão começou a namorar Aurora hoje sua esposa, que também é pastora. Enfrentou muitos obstáculos e, no primeiro ano de casamento, deparou-se com a luta mais difícil de sua vida: sua primeira filha Rachel, veio a falecer. O consolo veio do Senhor, que deu ao casal uma promessa em Isaías 65:17-23. E dessa forma nasceram seus três filhos - Rodrigo, casado, Mariana e Juliana.


Adhemar é o idealizador do Reciclando a Visão, um seminário de louvor e adoração realizado na Comunidade da Graça desde 1992, por onde passaram várias pessoas que hoje são ministros em suas igrejas. Foi também um dos fundadores e presidente da AMC - Associação de Músicos Cristãos do Brasil. É autor de mais de 500 canções e versionista de mais de 100, cantadas por várias igrejas dentro e fora do Brasil, como "Grande é o Senhor". Como pioneiro em produções ao vivo, tem 20 trabalhos musicais gravados desde 1985 e também tornou-se escritor, com três livros lançados: "Adoração e Avivamento", "O Poder da Música a Serviço da Adoração" e "Adoração Um Estilo de Vida".

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